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"SÓ CAUSA AMARGURA E DOR O ERRO QUE O HOMEM FAZ. SOMENTE ESPALHANDO AMOR PODEMOS COLHER A PAZ".(de minha autoria)
sábado, 16 de novembro de 2013
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
terça-feira, 5 de novembro de 2013
sábado, 2 de novembro de 2013
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
O
Poema"O JOGADOR NA IGREJA", realmente, com toda certeza, é da autoria
de: LEANDRO GOMES DE BARROS, conforme publicado o original com o seu
nome no livro: CANTADORES, página 122, do escritor Leonardo Motta, em
1921 pela Editora Castilho-Rio de Janeiro.(Eu tenho esse livro) O autor
do poema, nasceu em Bombal-PE, em 19/nov/1865, e faleceu em 4/mar/1918.
Por fazer mais de 90 anos do falecimento do autor, muitos aproveitam e
querem apossar da autoria do poema, sendo que devemos respeitar o autor
legítimo. Veja o poema abaixo
O JOGADOR NA IGREJA
Autor:Leandro Gomes de Barros
Um dia eu fui a missa cumprir minha obrigação, por não ter um livro de
reza, levei um baralho na mão. Eu tava dentro da igreja com meu baralho
elevado e não vi perto de mim um sargento ajoelhado.
Com pouca
demora na igreja foi entrando dois soldados chego pra mim e disse: "Moço
o senhor ta intimado, o doutor mandou chamar para ser interrogado".
E logo que eu cheguei na presença do doutor ele foi me interrogando e
me chamando de pecador e perguntou se na igreja é lugar de jogador.
Eu fui e respondi pra ele: "Vo faze a explicação, depois de bem
explicado o senhor vai me da razão pois verá que em todo baralho tem a
sincera devoção".
"É que quando eu pego no Ás que tem uma pinta
somente, eu me lembro que existe um só Deus Onipotente, que quando
chamamos por Ele, Ele está sempre presente.
Quando eu pego no 2, com
gosto me lembro eu, que com duas tabuas de pedras o Criador escreveu,
os 10 Mandamentos Sagrados pra salvar os filhos Teus.
E quando eu
pego no 3? Pego com sinceridade, me lembro das três pessoas da
Santíssima Trindade. Pai, Filho e Espírito Santo em um só Deus de
verdade.
E quando eu pego no 4 de quatro paus encruzados, eu me
lembro que com quatro cravo que Jesus foi cravejado, foi preso sem dever
crime, morreu sem dever pecado.
E quando eu pego no 5 me lembro
daquele dia de dor, das cinco chagas doidas que sofreu nosso Senhor,
derramou todo Seu sangue pra salvar o pecador.
E quando eu pego no
6? Me vem na imaginação dos seis dias da semana na obra da criação, em
seis dias Deus fez tudo sem em nada por a mão.
E quando eu pego no
7, me lembro a hora, hora triste magoada dos sete passos de Cristo na
sua Paixão Sagrada, com sete espadas de dor, a Mãe de Deus foi cravada.
E quando eu pego no 8, que oito pintas contem, eu me lembro que não se
deve armar falso de ninguém, quem arma falso dos outros perdão no céu
nunca tem.
E quando eu pego no 9? Me vem na imaginação dos nove
meses ditosos da Divina encarnação, que Jesus passou no ventre da Virgem
da Conceição.
Quando eu pego no 10, não posso me esquecer, os Dez
Mandamentos ficaram para o homem se reger. Quem cumpre os Dez
Mandamentos não quer sua alma perder.
E quando eu pego na DAMA, me
lembro da Virgem Maria, de certo não fosse Ela, de nos o que seria? Se
Ela é a Mãe de Deus e do pecador na agonia
Quando eu pego no REIS,
vem logo na minha memória que Jesus Cristo Poderoso é o Divino Rei da
Gloria, que não precisa de força pra alcançar a Vitória.
E foi assim
seu doutor, que na igreja eu fui rezar, agora eu to a suas ordem para
que o senhor deseja. Ou me ponha na cadeia ou me deixe retira."
O
delegado pensou, pensou não achou o que fala, viu que eu estava certo, e
começou a pergunta porque razão eu deixava o VALETE sem conta.
"Ora
seu doutor o VALETE é uma carta ruim, por isso quando eu compro um
baralho no VALETE eu dou um fim, pois parece com esse sargento que veio
da parte de mim!"
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
sábado, 24 de agosto de 2013
sábado, 10 de agosto de 2013
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
quinta-feira, 27 de junho de 2013
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Ouça: Viola e o Carro de Boi, de minha autoria com Tonico e Tinoco
Viola e o Carro de Boi
Na viola e na cantoria,
Eu sou mesmo respeitado
Eu tenho um carro de boi,
Levo as coisas no mercado.
No rancho não falta nada,
Um dinheirinho guardado
Ganhei com minha viola
E os produtos do roçado.
Eu vivo com a natureza
E creio em Deus no espaço,
Dificuldade na vida
Há muito tempo não passo.
Estou sempre trabalhando
Com o meu punho de aço,
A viola encomendo
O carro eu mesmo faço.
A coisa que eu mais gosto
Viola bem afinada,
Um carro de boi cantando
Puxando carga pesada.
O meu cavalo criolo
E as vacas na invernada
Mulher e quatro filhinhos
Enfeitam a minha morada.
Com a viola e o carro de boi
Eu fiz meus filhos estudar.
Dois se formaram doutor
Morando na capital:
A Rita e a Mariazinha,
Professoras do arraial
Cresceram ouvindo a vióla
E o carro de boi cantar.
Eu sou caboclo da roça
Fartura eu tenho bastante,
A cabocla na palhoça
Me alegra a todos instantes.
Pedaço de terra boa
Sou devoto confiante
Só peço à Deus que me ajude
Tocar a vidinha pra diante.
Eu sou mesmo respeitado
Eu tenho um carro de boi,
Levo as coisas no mercado.
No rancho não falta nada,
Um dinheirinho guardado
Ganhei com minha viola
E os produtos do roçado.
Eu vivo com a natureza
E creio em Deus no espaço,
Dificuldade na vida
Há muito tempo não passo.
Estou sempre trabalhando
Com o meu punho de aço,
A viola encomendo
O carro eu mesmo faço.
A coisa que eu mais gosto
Viola bem afinada,
Um carro de boi cantando
Puxando carga pesada.
O meu cavalo criolo
E as vacas na invernada
Mulher e quatro filhinhos
Enfeitam a minha morada.
Com a viola e o carro de boi
Eu fiz meus filhos estudar.
Dois se formaram doutor
Morando na capital:
A Rita e a Mariazinha,
Professoras do arraial
Cresceram ouvindo a vióla
E o carro de boi cantar.
Eu sou caboclo da roça
Fartura eu tenho bastante,
A cabocla na palhoça
Me alegra a todos instantes.
Pedaço de terra boa
Sou devoto confiante
Só peço à Deus que me ajude
Tocar a vidinha pra diante.
domingo, 2 de junho de 2013
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Ouça a música: A Chuva, de minha autoria e Luiz de Castro com Lourenço e Lourival
A Chuva
Pouco a pouco vai molhando minha rua
Vejo a chuva começo sentir tristeza
Porque ela sempre traz lembranças tua
Fico lembrando quase morto de saudade
Daquela tempo que tu me querias tanto
Choro baixinho e a fria água da chuva
Cai no meu rosto e mistura com meu pranto
Fico triste vendo a chuva lá fora
Porque não tenho teu carinho que preciso
Na solidão fico lembrando teu rostinho
E não consigo esquecer o teu sorriso
E depois que a chuva cai sobre as campinas
Vem o sol com o seu raiar sem fim
Vai a chuva e o sol volta novamente
So meu amor que não volta para mim
quarta-feira, 29 de maio de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
sexta-feira, 22 de março de 2013
domingo, 3 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
DÊ MAIS ATENÇÃO AO SEU FILHO
UMA
CRIANÇA PERGUNTA AO PAI QUANTO ELE GANHA POR HORA. O PAI FICA
FURIOSO E DIZ: MENINO, PARA DE ME PERTURBAR, EU TENHO MAIS O QUE FAZER,
ESTOU OCUPADO. O MENINO INSISTE PEGUNTANDO NOVAMENTE. O PAI FICA BRAVO E
DIZ MENINO, VAI DORMIR E PARA DE FAZER ESTA PERGUNTA E QUERENDO SABER
TUDO DE MINHA VIDA. O MENINO TRISTE VAI PARA A CAMA E PEGA NO SONO. O
PAI ARREPENDIDO DE TER MALTRATADO O FILHO, VAI NO QUARTO E VÊ A INOCENTE
CRIANÇA DORMINDO, ACORDA E CRIANÇA, DÁ UM ABRAÇO E CONTA QUANTO GANHA
POR HORA. O MENINO LEVANTA, VAI NA GAVETA DO ARMÁRIO, PEGA TRES REAIS
QUE JUNTOU EM MOEDINHA E FALA PARA O PAI : MEU QUERIDO PAPAI, EU JUNTEI
ESTAS MOEDINHAS E EU QUERIA QUE O SENHOR VENDESSE UMA HORA DO SEU TEMPO
PARA BRINCAR COMIGO.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
terça-feira, 4 de setembro de 2012
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
sábado, 18 de agosto de 2012
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Missão de Roceiro
Gravação: Zé Campeiro e Zé Paixão
Autor: Braz Aparecido e Zé Campeiro
Há vinte anos passados
Eu tive a necessidade,
De abandonar minha roça
E mudar para a cidade.
Por causa dos meus filhinhos
Que precisavam aprender.
A pessoa sem estudo
embora tenha de tudo
Não tem gosto pra viver.
Meus filhos foram pra escola
Cada dia uma lição.
Apesar de muita luta
E de muita privação,
Hoje estão todos formados
Exercendo a profissão.
Os filhos do lavrador,
Hoje em dia são "doutor"
A serviço da nação.
Quem for lá na minha casa,
Se quiser posso mostrar
Minha traia de roceiro
Que eu guardei pra recordar:
Enxada, foice e machado,
Picareta e minha pá,
O velho chapéu de palha,
O símbolo do meu trabalho
Que eu posso me orgulhar.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Parabéns
Autor: Braz Aparecido
Neste dia de harmonia e festa
E de muita alegria também,
É o dia do seu aniversário:
Receba os meus parabéns.
O seu lar hoje está em festa
Seus amigos estão reunidos.
Este momento de alegria
Sei que jamais será esquecido.
Parabéns, parabéns,
Nesta data risonha e florida,
Que você tenha muita saúde
E também muitos anos de vida.
Neste dia de harmonia e festa
E de muita alegria também,
É o dia do seu aniversário:
Receba os meus parabéns.
O seu lar hoje está em festa
Seus amigos estão reunidos.
Este momento de alegria
Sei que jamais será esquecido.
Parabéns, parabéns,
Nesta data risonha e florida,
Que você tenha muita saúde
E também muitos anos de vida.
Eu sou de você
Autor: Braz Aparecido
Meu bem eu sou de você
Meu bem eu sou de você,
Nem que você me esqueça
Eu não vou te esquecer.
Meu bem eu sou de você
Meu bem eu sou de você,
Nem que você me esqueça
Eu não vou te esquecer.
Você é a criatura
Que eu sempre amei demais,
Eu te amo de verdade
E vou te amar ainda mais.
Se eu ficar sem seu carinho
Já não sei mais o que faço,
Meu coração está preso
Na corrente dos seus braços.
Meu bem eu sou de você
Meu bem eu sou de você,
Nem que você me esqueça
Eu não vou te esquecer.
Meu bem eu sou de você
Meu bem eu sou de você,
Nem que você me esqueça
Eu não vou te esquecer.
Quero viver ao seu lado
Para sentir alegria,
Eu já não posso ficar
Sem a sua companhia.
Não posso viver sozinho
Sem amor e sem guarida,
Volte logo para mim
Para alegrar minha vida.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Queixume
(Poesia)
Autor: Braz Aparecido
Eu que te amei desesperadamente,
buscando em ti o amor que eu esperava,
me encontro agora num cruel tormento
sem ter comigo quem eu tanto amava.
Eu que fiquei naquelas tardes belas
a contemplar o teu gesto atraente,
me encontro agora a caminhar errante
sem ter mais calma vivo descontente.
Eu que te vi tão meiga e carinhosa
quando encontramos entre beijo e abraço,
me encontro agora sem destino a esmo,
qual uma nuvem a vagar no espaço.
Eu que te vi naquela noite calma,
juras de amor trocamos com alegria,
me encontro agora a lamentar em pranto,
sem esperança de te amar um dia.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Saudade de Paraisópolis
(Poesia)
Autor: Braz Aparecido
Eu deixei entre as colinas
No distante Sul de Minas
Uma bonita cidade.
Despedi e vim me embora.
E infelizmente agora
Vivo sentindo saudade.
É a terra em que nasci,
Lá muito tempo vivi
Com alegria e sorriso.
Mas agora aqui distante,
A saudade é constante
Lembrando de Paraíso.
Trago na minha lembrança,
O meu tempo de criança
Brincando pela calçada.
Eu não ficava sozinho,
Junto de meus amiguinhos
Tudo era felicidade.
Meu Paraíso de encanto
É a terra que eu amo tanto
Por isso agora eu lamento:
A saudade é traiçoeira,
Parece até brincadeira
Sentir saudade do vento.
Com os olhos rasos d'água
Recordo cheio de mágoa
Quando lembro a minha rua.
Onde está aquela gente?
Tudo passa de repente
Só a saudade continua.
Eu queria estar de novo
Juntinho daquele povo
Naquele rincão querido.
Contemplar o horizonte
Rever a praça e a fonte
E os belos campos floridos.
Agora quando anoitece
A saudade me entristece
E invade o meu coração.
Eu lamento a toda hora,
Daquele tempo de outrora
Só resta recordação.
Eu me lembro com saudade
Da minha felicidade
Do tempo que lá morei.
Esquecer jamais consigo
Eu recordo dos amigos
Que lá bem longe deixei.
Pra rever minha cidade
E matar esta saudade
Voltar pra lá eu preciso,
Voltarei alegremente
Pra rever aquela gente
Que mora no Paraíso.
Autor: Braz Aparecido
Eu deixei entre as colinas
No distante Sul de Minas
Uma bonita cidade.
Despedi e vim me embora.
E infelizmente agora
Vivo sentindo saudade.
É a terra em que nasci,
Lá muito tempo vivi
Com alegria e sorriso.
Mas agora aqui distante,
A saudade é constante
Lembrando de Paraíso.
Trago na minha lembrança,
O meu tempo de criança
Brincando pela calçada.
Eu não ficava sozinho,
Junto de meus amiguinhos
Tudo era felicidade.
Meu Paraíso de encanto
É a terra que eu amo tanto
Por isso agora eu lamento:
A saudade é traiçoeira,
Parece até brincadeira
Sentir saudade do vento.
Com os olhos rasos d'água
Recordo cheio de mágoa
Quando lembro a minha rua.
Onde está aquela gente?
Tudo passa de repente
Só a saudade continua.
Eu queria estar de novo
Juntinho daquele povo
Naquele rincão querido.
Contemplar o horizonte
Rever a praça e a fonte
E os belos campos floridos.
Agora quando anoitece
A saudade me entristece
E invade o meu coração.
Eu lamento a toda hora,
Daquele tempo de outrora
Só resta recordação.
Eu me lembro com saudade
Da minha felicidade
Do tempo que lá morei.
Esquecer jamais consigo
Eu recordo dos amigos
Que lá bem longe deixei.
Pra rever minha cidade
E matar esta saudade
Voltar pra lá eu preciso,
Voltarei alegremente
Pra rever aquela gente
Que mora no Paraíso.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Lançamento do filme "Pedrinho o Escravo Amaldiçoado"
Dê um click na foto para ampliar
"Pedrinho o Escravo Amaldiçoado" (meu personagem no filme é Gregório o Capitão do Mato) o lançamento foi no dia 18 de junho de 2011 as 19 horas no prédio do centro cultural Geraldo Rosa(Cinema) na cidade de Conceição dos Ouros MG. O longa metragem é produção e direção do taxista Adão Alves Correia. Foi feito uma homenagem ao ex-sacristão e ator do filme Anardino Ferreira, popular "Nardininho" da cidade de Paraisópolis MG, que faleceu dia 07 de maio passado vítima de insuficiência renal.
O filme é sobre escravos, mantidos em cativeiro por coronéis e barões mesmo após a abolição.
Todas as sessões foram lotadas, veja algumas fotos:
"Pedrinho o Escravo Amaldiçoado" (meu personagem no filme é Gregório o Capitão do Mato) o lançamento foi no dia 18 de junho de 2011 as 19 horas no prédio do centro cultural Geraldo Rosa(Cinema) na cidade de Conceição dos Ouros MG. O longa metragem é produção e direção do taxista Adão Alves Correia. Foi feito uma homenagem ao ex-sacristão e ator do filme Anardino Ferreira, popular "Nardininho" da cidade de Paraisópolis MG, que faleceu dia 07 de maio passado vítima de insuficiência renal.
O filme é sobre escravos, mantidos em cativeiro por coronéis e barões mesmo após a abolição.
Todas as sessões foram lotadas, veja algumas fotos:
domingo, 5 de junho de 2011
Jesus
(Poesia)
Autor: Braz Aparecido
Jesus que veio na terra um dia,
Para trazer paz, amor e bondade,
Nos corações deixou muita alegria
E ensinou o caminho da verdade.
Eu sei meu Deus, de bondade infinita,
Que o senhor vai aliviar nossas dores.
Peço que ajude nossa gente aflita
E dê perdão aos pobres pecadores.
Sei que quem segue seus ensinamentos,
Ama o irmão e faz caridade,
Também respeita os seus mandamentos,
Segue o caminho para a eternidade.
E os apóstolos, que a Jesus seguia
Admiravam sua humildade.
Meu salvador e filho de Maria
Dê salvação à toda humanidade.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Mundo de ternura
(Poesia)
Autor: Braz Aparecido
Você chegou em minha vida trazendo paz e sorriso,
Me senti num paraíso de beleza e esplendor.
No mundo todo o que eu via sentia ter mais encanto
Porque eu te amava tanto com carinho e com amor.
Vi no brilho dos seus olhos a luz que eu procurava,
Que meus passos guiava enfeitando a minha vida
Compreendi naquele instante que você é a criatura
Que envolveu-me com ternura de amor e de guarida,
Eu sei meu anjo adorado que você é a todo momento
O amor e o sentimento de uma ternura sem fim.
Porque trouxe em minha vida motivo de alegria,
Por isso que todo o dia eu a quero para mim.
Agora, nesta jornada de amor e felicidade,
Sei que na realidade você será sempre minha.
Hoje no meu aconchego vejo um mundo diferente,
Porque sei que eternamente será minha rainha.
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