"SÓ CAUSA AMARGURA E DOR O ERRO QUE O HOMEM FAZ. SOMENTE ESPALHANDO AMOR PODEMOS COLHER A PAZ".(de minha autoria)
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
DÊ MAIS ATENÇÃO AO SEU FILHO
UMA
CRIANÇA PERGUNTA AO PAI QUANTO ELE GANHA POR HORA. O PAI FICA
FURIOSO E DIZ: MENINO, PARA DE ME PERTURBAR, EU TENHO MAIS O QUE FAZER,
ESTOU OCUPADO. O MENINO INSISTE PEGUNTANDO NOVAMENTE. O PAI FICA BRAVO E
DIZ MENINO, VAI DORMIR E PARA DE FAZER ESTA PERGUNTA E QUERENDO SABER
TUDO DE MINHA VIDA. O MENINO TRISTE VAI PARA A CAMA E PEGA NO SONO. O
PAI ARREPENDIDO DE TER MALTRATADO O FILHO, VAI NO QUARTO E VÊ A INOCENTE
CRIANÇA DORMINDO, ACORDA E CRIANÇA, DÁ UM ABRAÇO E CONTA QUANTO GANHA
POR HORA. O MENINO LEVANTA, VAI NA GAVETA DO ARMÁRIO, PEGA TRES REAIS
QUE JUNTOU EM MOEDINHA E FALA PARA O PAI : MEU QUERIDO PAPAI, EU JUNTEI
ESTAS MOEDINHAS E EU QUERIA QUE O SENHOR VENDESSE UMA HORA DO SEU TEMPO
PARA BRINCAR COMIGO.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
terça-feira, 4 de setembro de 2012
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
sábado, 18 de agosto de 2012
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Missão de Roceiro
Gravação: Zé Campeiro e Zé Paixão
Autor: Braz Aparecido e Zé Campeiro
Há vinte anos passados
Eu tive a necessidade,
De abandonar minha roça
E mudar para a cidade.
Por causa dos meus filhinhos
Que precisavam aprender.
A pessoa sem estudo
embora tenha de tudo
Não tem gosto pra viver.
Meus filhos foram pra escola
Cada dia uma lição.
Apesar de muita luta
E de muita privação,
Hoje estão todos formados
Exercendo a profissão.
Os filhos do lavrador,
Hoje em dia são "doutor"
A serviço da nação.
Quem for lá na minha casa,
Se quiser posso mostrar
Minha traia de roceiro
Que eu guardei pra recordar:
Enxada, foice e machado,
Picareta e minha pá,
O velho chapéu de palha,
O símbolo do meu trabalho
Que eu posso me orgulhar.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Parabéns
Autor: Braz Aparecido
Neste dia de harmonia e festa
E de muita alegria também,
É o dia do seu aniversário:
Receba os meus parabéns.
O seu lar hoje está em festa
Seus amigos estão reunidos.
Este momento de alegria
Sei que jamais será esquecido.
Parabéns, parabéns,
Nesta data risonha e florida,
Que você tenha muita saúde
E também muitos anos de vida.
Neste dia de harmonia e festa
E de muita alegria também,
É o dia do seu aniversário:
Receba os meus parabéns.
O seu lar hoje está em festa
Seus amigos estão reunidos.
Este momento de alegria
Sei que jamais será esquecido.
Parabéns, parabéns,
Nesta data risonha e florida,
Que você tenha muita saúde
E também muitos anos de vida.
Eu sou de você
Autor: Braz Aparecido
Meu bem eu sou de você
Meu bem eu sou de você,
Nem que você me esqueça
Eu não vou te esquecer.
Meu bem eu sou de você
Meu bem eu sou de você,
Nem que você me esqueça
Eu não vou te esquecer.
Você é a criatura
Que eu sempre amei demais,
Eu te amo de verdade
E vou te amar ainda mais.
Se eu ficar sem seu carinho
Já não sei mais o que faço,
Meu coração está preso
Na corrente dos seus braços.
Meu bem eu sou de você
Meu bem eu sou de você,
Nem que você me esqueça
Eu não vou te esquecer.
Meu bem eu sou de você
Meu bem eu sou de você,
Nem que você me esqueça
Eu não vou te esquecer.
Quero viver ao seu lado
Para sentir alegria,
Eu já não posso ficar
Sem a sua companhia.
Não posso viver sozinho
Sem amor e sem guarida,
Volte logo para mim
Para alegrar minha vida.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Queixume
(Poesia)
Autor: Braz Aparecido
Eu que te amei desesperadamente,
buscando em ti o amor que eu esperava,
me encontro agora num cruel tormento
sem ter comigo quem eu tanto amava.
Eu que fiquei naquelas tardes belas
a contemplar o teu gesto atraente,
me encontro agora a caminhar errante
sem ter mais calma vivo descontente.
Eu que te vi tão meiga e carinhosa
quando encontramos entre beijo e abraço,
me encontro agora sem destino a esmo,
qual uma nuvem a vagar no espaço.
Eu que te vi naquela noite calma,
juras de amor trocamos com alegria,
me encontro agora a lamentar em pranto,
sem esperança de te amar um dia.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Saudade de Paraisópolis
(Poesia)
Autor: Braz Aparecido
Eu deixei entre as colinas
No distante Sul de Minas
Uma bonita cidade.
Despedi e vim me embora.
E infelizmente agora
Vivo sentindo saudade.
É a terra em que nasci,
Lá muito tempo vivi
Com alegria e sorriso.
Mas agora aqui distante,
A saudade é constante
Lembrando de Paraíso.
Trago na minha lembrança,
O meu tempo de criança
Brincando pela calçada.
Eu não ficava sozinho,
Junto de meus amiguinhos
Tudo era felicidade.
Meu Paraíso de encanto
É a terra que eu amo tanto
Por isso agora eu lamento:
A saudade é traiçoeira,
Parece até brincadeira
Sentir saudade do vento.
Com os olhos rasos d'água
Recordo cheio de mágoa
Quando lembro a minha rua.
Onde está aquela gente?
Tudo passa de repente
Só a saudade continua.
Eu queria estar de novo
Juntinho daquele povo
Naquele rincão querido.
Contemplar o horizonte
Rever a praça e a fonte
E os belos campos floridos.
Agora quando anoitece
A saudade me entristece
E invade o meu coração.
Eu lamento a toda hora,
Daquele tempo de outrora
Só resta recordação.
Eu me lembro com saudade
Da minha felicidade
Do tempo que lá morei.
Esquecer jamais consigo
Eu recordo dos amigos
Que lá bem longe deixei.
Pra rever minha cidade
E matar esta saudade
Voltar pra lá eu preciso,
Voltarei alegremente
Pra rever aquela gente
Que mora no Paraíso.
Autor: Braz Aparecido
Eu deixei entre as colinas
No distante Sul de Minas
Uma bonita cidade.
Despedi e vim me embora.
E infelizmente agora
Vivo sentindo saudade.
É a terra em que nasci,
Lá muito tempo vivi
Com alegria e sorriso.
Mas agora aqui distante,
A saudade é constante
Lembrando de Paraíso.
Trago na minha lembrança,
O meu tempo de criança
Brincando pela calçada.
Eu não ficava sozinho,
Junto de meus amiguinhos
Tudo era felicidade.
Meu Paraíso de encanto
É a terra que eu amo tanto
Por isso agora eu lamento:
A saudade é traiçoeira,
Parece até brincadeira
Sentir saudade do vento.
Com os olhos rasos d'água
Recordo cheio de mágoa
Quando lembro a minha rua.
Onde está aquela gente?
Tudo passa de repente
Só a saudade continua.
Eu queria estar de novo
Juntinho daquele povo
Naquele rincão querido.
Contemplar o horizonte
Rever a praça e a fonte
E os belos campos floridos.
Agora quando anoitece
A saudade me entristece
E invade o meu coração.
Eu lamento a toda hora,
Daquele tempo de outrora
Só resta recordação.
Eu me lembro com saudade
Da minha felicidade
Do tempo que lá morei.
Esquecer jamais consigo
Eu recordo dos amigos
Que lá bem longe deixei.
Pra rever minha cidade
E matar esta saudade
Voltar pra lá eu preciso,
Voltarei alegremente
Pra rever aquela gente
Que mora no Paraíso.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Lançamento do filme "Pedrinho o Escravo Amaldiçoado"
Dê um click na foto para ampliar
"Pedrinho o Escravo Amaldiçoado" (meu personagem no filme é Gregório o Capitão do Mato) o lançamento foi no dia 18 de junho de 2011 as 19 horas no prédio do centro cultural Geraldo Rosa(Cinema) na cidade de Conceição dos Ouros MG. O longa metragem é produção e direção do taxista Adão Alves Correia. Foi feito uma homenagem ao ex-sacristão e ator do filme Anardino Ferreira, popular "Nardininho" da cidade de Paraisópolis MG, que faleceu dia 07 de maio passado vítima de insuficiência renal.
O filme é sobre escravos, mantidos em cativeiro por coronéis e barões mesmo após a abolição.
Todas as sessões foram lotadas, veja algumas fotos:
"Pedrinho o Escravo Amaldiçoado" (meu personagem no filme é Gregório o Capitão do Mato) o lançamento foi no dia 18 de junho de 2011 as 19 horas no prédio do centro cultural Geraldo Rosa(Cinema) na cidade de Conceição dos Ouros MG. O longa metragem é produção e direção do taxista Adão Alves Correia. Foi feito uma homenagem ao ex-sacristão e ator do filme Anardino Ferreira, popular "Nardininho" da cidade de Paraisópolis MG, que faleceu dia 07 de maio passado vítima de insuficiência renal.
O filme é sobre escravos, mantidos em cativeiro por coronéis e barões mesmo após a abolição.
Todas as sessões foram lotadas, veja algumas fotos:
domingo, 5 de junho de 2011
Jesus
(Poesia)
Autor: Braz Aparecido
Jesus que veio na terra um dia,
Para trazer paz, amor e bondade,
Nos corações deixou muita alegria
E ensinou o caminho da verdade.
Eu sei meu Deus, de bondade infinita,
Que o senhor vai aliviar nossas dores.
Peço que ajude nossa gente aflita
E dê perdão aos pobres pecadores.
Sei que quem segue seus ensinamentos,
Ama o irmão e faz caridade,
Também respeita os seus mandamentos,
Segue o caminho para a eternidade.
E os apóstolos, que a Jesus seguia
Admiravam sua humildade.
Meu salvador e filho de Maria
Dê salvação à toda humanidade.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Mundo de ternura
(Poesia)
Autor: Braz Aparecido
Você chegou em minha vida trazendo paz e sorriso,
Me senti num paraíso de beleza e esplendor.
No mundo todo o que eu via sentia ter mais encanto
Porque eu te amava tanto com carinho e com amor.
Vi no brilho dos seus olhos a luz que eu procurava,
Que meus passos guiava enfeitando a minha vida
Compreendi naquele instante que você é a criatura
Que envolveu-me com ternura de amor e de guarida,
Eu sei meu anjo adorado que você é a todo momento
O amor e o sentimento de uma ternura sem fim.
Porque trouxe em minha vida motivo de alegria,
Por isso que todo o dia eu a quero para mim.
Agora, nesta jornada de amor e felicidade,
Sei que na realidade você será sempre minha.
Hoje no meu aconchego vejo um mundo diferente,
Porque sei que eternamente será minha rainha.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Caminho da Paz
Eu vejo que hoje no mundo
Tudo está tão diferente,
Queria ver muita coisa
Se transformar de repente.
E que todo ser humano
Tivesse amor e bondade,
Para propagar o bem
Entre toda a humanidade.
Que entre todos os povos
Houvesse compreensão,
E que cada ser humano
Respeitasse o seu irmão,
Para sempre existir
Harmonia em toda terra,
Para haver somente a paz
E jamais existir guerra.
Que nossa gente tivesse
Sempre novos ideais,
Que não houvesse preconceito
E todos fossem iguais.
E que todos de mãos dadas
Cultivassem a amizade,
Para existir no mundo
Amor e felicidade.
Que predominasse o amor
E a paz universal,
Que não houvesse violência
E que o bem vencesse o mal.
E que o povo respeitasse
A palavra de Jesus,
Para sempre em nossa vida
Brilhar a divina luz.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Foi Por Isso Que Eu Mudei
Autor: Braz Aparecido e Colêra
Tá fazendo muitos anos
Que lá bem longe eu deixei,
Minha terra onde nasci
A casinha que morei.
As campinas verdejantes
O riacho que pesquei.
Com tristeza vim me embora
E nunca mais lá voltei.
Que saudade minha gente
Das serestas que cantei,
Daquela moçada boa
Dos bailinhos que eu dancei.
É bonita a minha terra
O lugar que me criei,
De saudade e solidão
Muitas vêzes já chorei.
Quando fiz minha partida
Meus colegas abracei,
Com os olhos quase em pranto
Minha mãezinha beijei.
A razão desta jornada
Foi alguém que tanto amei,
Ela me deu o desprezo
Foi poi isso que eu mudei.
Que lá bem longe eu deixei,
Minha terra onde nasci
A casinha que morei.
As campinas verdejantes
O riacho que pesquei.
Com tristeza vim me embora
E nunca mais lá voltei.
Que saudade minha gente
Das serestas que cantei,
Daquela moçada boa
Dos bailinhos que eu dancei.
É bonita a minha terra
O lugar que me criei,
De saudade e solidão
Muitas vêzes já chorei.
Quando fiz minha partida
Meus colegas abracei,
Com os olhos quase em pranto
Minha mãezinha beijei.
A razão desta jornada
Foi alguém que tanto amei,
Ela me deu o desprezo
Foi poi isso que eu mudei.
Tempo perdido
O tempo que eu te amei
Eu fui amado e querido
Vivia feliz,contente,
Tudo era divertido.
Eu tinha felicidade
Porque nós viviamos unidos,
Nosso amor era tão belo
Igual a um jardim florido.
Aquele tempo passou
Hoje eu vivo aborrecido,
E você nem não calcula
O quanto eu tenho sofrido.
Passo as noites tão triste
Eu nem não tenho dormido,
Você me deixou magoado
Com o coração ferido.
Na hora da minha prece
Pra Deus eu faço um pedido,
Para me dar alegria
Porque vivo entristecido
E fazer que eu esqueça
Do meu benzinho querido,
Que foi embora pra longe
Pra lugar desconhecido.
Hoje vivo desprezado
Por você fui esquecido,
O meu sonho foi desfeito
Nosso amor foi destruído.
Seus carinhos eram falsos,
Amava outro escondido,
Eu amei sem ser amado
Tudo foi tempo perdido.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Saudade
Gravação: Trio Serra Dourado
Autor: Braz Aparecido e Paulinho Caldas
Autor: Braz Aparecido e Paulinho Caldas
Alguém que eu amava tanto foi para bem longe
Agora eu vivo sofrendo chorando meu pranto
Eu já não posso mais viver aqui tão distante
Sentindo a cruel saudade de quem amo tanto
Tentei descobrir mas eu não pude saber
Porque que esta saudade é tão traiçoeira
Queria que meu bem voltasse para os meus braços
Não posso mais ficar sofrendo assim a vida inteira.
Saudade,saudade malvada
Saudade que não tem mais jeito
Saudade vá para bem longe
E deixa de ferir meu peito.
Depois que a saudade veio e ficou comigo
A alegria que eu tinha logo foi embora
Comigo agora ficou somente a tristeza
Por isso que eu já não sei o que faço agora
A mágoa que eu sinto no peito agora é muito grande
Saudade quando é de mais não tem dó da gente
Eu estava bem feliz sem pensar em nada
Mas esta saudade malvada chegou de repente.
Saudade saudade malvada
Saudade que não tem mais jeito
Saudade vá para bem longe
E deixa de ferir meu peito.
Doutor Sertanejo
Autor: Braz Aparecido
Nasci com o destino de ser um artista
Os versos que canto todos dão valor
Meu sertão querido é o meu berço amado
Eu tenho orgulho de ser do interior
Toda vida tive um grande desejo
De ser um artista ou compositor
Mas meus pais queriam que eu viesse um dia
Morar na cidade e estudar pra doutor.
Com muita tristeza deixei meu sertão
Recanto querido cheio de beleza
Onde as andorinhas fazem revoadas
Enchendo de encanto toda natureza
Pra satisfazer os gostos dos meus pais
Deixei o sertão e vim pra cidade
Logo eu comprei os livros de estudo
Depois eu entrei numa faculdade
Durante o tempo que eu era estudante
Lembrava o sertão onde eu fui criado
Com esforso eu terminei os estudos
E na faculdade eu fui diplomado
Vendo que não era este o meu desejo
Então eu guardei o anel de doutor
E peguei de novo a minha vióla
Porque é na arte que eu tenho amor
Agora feliz estou enviando
A minha mensagem ao Brasil inteiro
Mostrando à todos os versos que canto
Nasci com destino de ser violeiro
Assim vou seguindo a minha jornada
Eu estou morando na terra paulista
Mando esta mensagem através do rádio
E tenho orgulho de ser um artista.
Boa Viagem
Gravação: Rio da Anta e Rio do Peixe
Autores: Braz Aparecido e Rio do Peixe
Já me disseram que você vai pra bem longe,
Vai embarcar amanhã de madrugada
Eu lhe desejo bastante felicidade
Quero que seja feliz em sua jornada.
Vá pra bem longe e não pense mais em mim,
De me amar pode perder a esperança.
Estava vendo você arrumar as malas
Mas não sabia que estava de mudança.
E se um dia desejar me procurar
Pode encontrar-me mas somente como amigo.
Entre nós dois nosso amor não mais existe
Eu não esqueço o que você fez comigo.
Se é verdade que amanhã você vai embora
E já chegou a comprar sua passagem,
Sei que não posso impedir sua partida
Então eu quero desejar-lhe boa viagem.
Feliz Casamento
Gravação: Trio Serra Dourada
Autores: Braz Aparecido e Luiz de Castro
Quanta alegria você sente agora
Enquanto eu sofro um grande tormento,
Eu sei que você está muito feliz
Porque hoje é o dia do seu casamento.
Tão linda de noiva vai casar com outro
Sabendo que eu sofro uma grande dor,
Enquanto eu padeço já sem esperança
Você realiza seu sonho de amor.
E quando você entrar na igreja
Eu sei que meus olhos estarão em pranto,
Com grande tristeza chorarei baixinho
Porque vai casar quem eu amo tanto.
Sei que vou sofrer a vida inteira
Livrar desta mágoa já não tem mais jeito,
Você realiza seu sonho de amor
Eu sinto a mágoa de um sonho desfeito.
Mendigo de Amor
Gravação: Zé Campeiro e Zé Paixão
Braz Aparecido e Luiz de Castro
Não me interessa a sua procedência
Na sua ausência o sol não brilhou.
Cheguei ser na vida senhor importante
Mas não foi o bastante, não tive um amor
Jé tive dinheiro e carro importado
Mas fui derrotado em tudo dei fim
Porque nada vale ter tudo na vida,
Não tendo você pertinho de mim.
Não tenho dinheiro não sou milionário,
Mas sou proprietário do seu rico amor
Porque o passado não tem importância
Somente a distância mostrou seu valor.
0 mundo é uma escola onde a gente aprende,
Ataca. e defende com garra e temor.
Prefiro ser pobre vivendo ao seu lado,
Do que ser um rico, mendigo de amor.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Sonho Realizado
Composição: Braz Aparecido.
Quando eu te conheci
Você tinha quinze anos,
Por você me apaixonei
E fiquei te esperando.
Vivendo com esperança
F fui fazendo meus planos.
E se um dia eu te perdesse
Seria meu desengano.
Eu já tive muito mêdo
De perder o seu amor,
Muitas vêzes já rezei
Na capela do senhor
Pra quando vocês crentesse
Compreendesse minha dor,
Para um dia realizar
Meu lindo sonho de amor,
Ó meu senhor agradeço
Hoje eu tenho o que eu queria,
Levei ela no altar
Num dia de alegria.
Agora juntinho dela
Não tenho melancolia,
Hoje eu vivo contente
Sou feliz todos os dias.
Agora aqui no meu rancho
Eu vivo bem sossegado,
Já não sinto mais tristeza
Meu sonho foi realizado.
Meu viver é um paraiso
Meu sonho foi realizado,
Vou viver a vida inteira
Com meu benzinho ao meu lado.
Cruel Lembrança
Trago no peito uma dor estranha
Cruel lembrança me faz sofrer,
Meus olhos tristes derramais pranto
Por um alguém que eu não posso ver.
Eu não sou nada sem ter aquela
Que nesta vida eu amo tanto,
Serei apenas um i solitário
Vagando triste com os olhos em pranto.
Agora triste vou caminhando
Por uma estrada desconhecida,
Seguindo rumo do meu destino
Minha esperança já está perdida.
Sei que na vida jamais terei
Aquele amor nos braços meus,
Magoado eu vivo sempre lembrando
A hora triste do nosso adeus.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Reportagem publicada no "JORNAL TEM" (www.jornaltem.com.br) em outubro de 2010
Braz comemora 40 anos de trabalhos artísticos
Nascido em Paraisópolis, o poeta e compositor Braz Aparecido completa, em 2010, 40 anos de trabalhos artísticos. Autor de consagradas canções como A Chuva, um dos maiores sucessos da época e Vióla e o Carro de Boi (imortalizadas nas vozes da dupla Tonico e Tinoco em 1980), Vióla gravada pela dupla Cancioneiro e Caçulinha, e do Hino de Paraisópolis, o compositor se orgulha em saber que terá duas composições inéditas gravadas pelo Trio Brasil Sertanejo (O Bailão e Bandida), CD que será lançado até o fim do ano.
Além de poeta e compositor, aos 66 anos, Braz Aparecido encara um novo desafio em sua carreira, o de atuar. Braz viverá na pele do capitão do mato, “Gregório”, personagem que irá interpretar no longa independente “Pedrinho o escravo amaldiçoado”, que deverá estrear em 2011.
A trajetória deste apaixonado pela música raiz começou profissionalmente em 1970, mas muito antes Braz já compunha suas músicas e escrevia seus poemas sertanejos. Sem nenhum artista na família, aos 12 anos aprendeu a tocar cavaquinho com o irmão mais velho. Mas foi no ano de 1958, quando seu pai, José Pereira Lima, comprou um rádio, que o garoto de 14 se apaixonou perdidamente pela música. Ficava horas e horas ouvindo MPB e músicas de raiz. Desde então passou a compor e não parou mais. São mais de 60 composições gravadas de sua autoria e em parceria com os amigos Luiz de Castro, Vieira e Vieirinha, Zilo e Zalo, Ademir e Ademar, Barnabé, Jeca Mineiro e Sebastião Victor.
Com tantas composições de sucesso, não demorou a ser reconhecido pela mídia. Primeiro em 1975, onde foi considerado o “Poeta do repertório de ouro”, pela revista Sucessos Sertanejos, da editora Madrigal. Em 1979, Braz recebeu do programa “Canta Viola” (Rede Record) um diploma de gratidão, em reconhecimento ao apoio e contribuição para o engrandecimento da música Popular Brasileira.
Suas composições venceram vários festivais sertanejos promovidos na região. Como grande conhecedor da área participou como jurado em vários festivais da música cabocla por todo o país.
A música também contribuiu para que nascesse no compositor sua veia poética, mas foi com a leitura livros de poema, que Braz aprendeu a escrever poesias com métrica (medida dos versos), através de sua observação.
Também premiado em vários concursos de poesia, teve seus trabalhos literários publicados em diversos livros. Suas poesias foram vencedoras em diversos concursos. Como compositor seu nome está imortalizado no álbum “Nova História da Música Popular Brasileira”, pela editora Abril e como vencedor do prêmio “Destaque”, promovido pela revista “Brasília”, no XX Concurso Nacional de Poesia.
O homem que nunca gravou suas composições, preferindo que as mesmas também nunca recebeu reconhecimento por sua obra, conhecida internacionalmente, em sua cidade.
Há muito tempo, a falta de apoio das autoridades local à cultura e aos artistas ainda é um fator que entristece o compositor. Braz não se refere apenas a ele, mas ao amigo Paraisopolense, Carlos Gonzaga, grande artista da jovem guarda, conhecido internacionalmente, e que nunca foi reconhecido como merece em sua cidade natal.
Para Braz, isso acontece porque o município prefere trazer artistas de fora, deixando de valorizar e incentivar os artistas da terra.
A história deste compositor e poeta premiado em todo o país prova que Paraisópolis não é apenas a terra de Amilcar de Castro, mas sim velhas e novas gerações de poetas, compositores, escritores, pintores, escultores e cantores que ainda sonham em receber tamanho reconhecimento. Conheça mais sobre a obra do compositor acessando o blogdobrazaparecido.blog.com, lançado no dia 27 de setembro, e que em duas semanas já teve mais de mil visitas.
sábado, 30 de outubro de 2010
Vídeo com a música "Eu Gosto" de minha autoria
Eu Gosto
Gravação: Vieira e Vieirinha
Composição: Braz Aparecido E Luiz De Castro
Gosto de viver cantando
Pra disfarçar a paixão
Gosto de tocar vióla,
Pra alegrar meu coração
Gosto de trovar meus versos
Com carinho e perfeição,
Gosto de cantar bonito
Para chamar a tenção.
Eu gosto de viajar
Por este Brasil afora,
Gosto de levantar cedo
Bem no romper da aurora.
Gosto de marcar encontro
E chegar certo na hora,
Também gosto de saber
Que as morenas por mim choram.
Gosto de alegrar o povo
Com a vióla nos braços,
Gosto de mostrar à todos
As boas coisas que eu faço.
Gosto de ter fé em Deus
Pra ele guiar meus passos,
Gosto de ver as meninas
Soluçando nos meus braços.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Triste Melodia
Eu estou recordando aquele dia
Que meu amor disse adeus e foi embora
Em minha vida já não há mais alegria
Porque recordo teu carinho a toda hora
Naquele instante em que ela deu a despedida,
Liguei o rádio e ouvi uma canção
E agora de vez em quando eu ouço
A melodia que me traz recordação.
Querida ,hoje eu vim aqui pra dizer-te adeus
Irei me afastar pra sempre dos braços teus.
Já não suporto a cruel saudade dela
Porém não sei se ela tem saudade minha
Me sentiria tão feliz se um dia ela
Me escrevesse nem que fosse duas linhas
Em minhas preces peço à Deus todas as noites
Pra que ela volte a me trazer felicidade
Pois todas as vezes que eu ligo o meu rádio,
Eu sempre ouço a melodia da saudade.
Querida ,hoje eu vim aqui pra dizer-te adeus
Irei me afastar pra sempre dos braços teus.
Amor Perdido
Gravação: Ferreira e Cidinha
Composição: Braz Aparecido
É grande a tristeza que trago em minh'alma
Que nada pode me consolar,
Por um grande amor que tive na vida
E que foi embora pra não mais voltar.
Aqui distante eu vivo tão só
E já não tenho mais alegria,
Na ansiedade vivo a esperar
Que este amor volte pra mim um dia.
O meu sofrimento é mesmo profundo
Desde que este alguém me negou seu amor,
Agora eu vivo vagando pro mundo
E o meu coração sofrendo de dor.
Este amor foi embora na primavera,
Quando as paesagens estavam em flores
Deixou o meu coração magoado
E partiu em busca de outros amores.
Sem esperança sofro em silêncio,
Todos os meus sonhos foram destruídos
Hoje eu vivo nesta solidão
Chorando a mágoa de um amor perdido.
O meu sofrimento é mesmo profundo
Desde que este alguém me negou seu amor,
Agora eu vivo vagando pro mundo
E o meu coração sofrendo de dor.
Por um grande amor que tive na vida
E que foi embora pra não mais voltar.
Aqui distante eu vivo tão só
E já não tenho mais alegria,
Na ansiedade vivo a esperar
Que este amor volte pra mim um dia.
O meu sofrimento é mesmo profundo
Desde que este alguém me negou seu amor,
Agora eu vivo vagando pro mundo
E o meu coração sofrendo de dor.
Este amor foi embora na primavera,
Quando as paesagens estavam em flores
Deixou o meu coração magoado
E partiu em busca de outros amores.
Sem esperança sofro em silêncio,
Todos os meus sonhos foram destruídos
Hoje eu vivo nesta solidão
Chorando a mágoa de um amor perdido.
O meu sofrimento é mesmo profundo
Desde que este alguém me negou seu amor,
Agora eu vivo vagando pro mundo
E o meu coração sofrendo de dor.
Sonhador Boêmio
Nas tardes belas no final do dia,
Triste eu recordo de um amor de outrora.
Vago sem rumo sou igual as nuvens
Que sem destino vagam espaço afora.
Porque comigo trago mil lembranças
De um grande amor que não mais existe,
Cruel saudade tortura minh 'alma
Nas horas mortas de uma noite triste.
Agora sou um sonhador boêmio
Lamento triste a ausência tua.
Recordo sempre dos nossos encontros
Horas felizes das noites de lua.
Hoje eu procuro o calor de um afeto
Igual os cuitelos beijando as flores,
Mas o calor dos teus doces beijos
Eu não encontro em outros amores.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
O Poder de Deus
Agora eu quero lhe dizer cantando,
E quero explicar para toda gente:
Veja como hoje as coisas mudaram
E nada mais é como antigamente.
Precisamos ser sempre bons e humildes
E pedir à Deus à todo momento,
Dar compreensão para o nosso povo
Para respeitar os Dez Mandamentos.
Deus fez esse mundo cheio de encantos,
Fez os continentes,o céu e o mar,
O sol e as nuvens e o infinito
E fez as estrelas,também o luar.
Veja como é bela essa natureza
Cheia de beleza criada por Deus,
Ele que é bom,de nós não esquece
Dá todo conforto para os filhos seus.
E o homem da terra não agradece,
Com todo esforso arrisca o fracasso.
Enfrenta o perigo inventando bomba
Também aparelhos pra subir no espaço.
Não adianta nada essa ambição
Se o homem no mundo é um mero mortal,
Devemos rezar pra livrar do abismo
E de outros perigos da "Era Eapacial"
Ao ver os conflitos e também as guerras,
Pedimos à Deus,senhor de bondade,
Para abençoar todo o nosso povo
E trazer a paz para a Humanidade.
Já existe gente que vive descrente
Diante de Tantos mistérios profundos
Sempre duvidoso eu fico a pensar
Que já estamos quase no fim deste mundo.
Quero e Não Quero
Eu quero viver cantado
Não quero ficar parado.
Eu quero viver contente
Não quero ficar magoado.
Eu quero ganhar dinheiro
Não quero ser atrasado,
Eu quero ter um amor
Não quero ser desprezado.
Eu quero viver com calma
Não quero fazer arruaça,
Eu quero ser sempre sério
Não quero saber de graça.
Eu quero é ser um rei
Não quero perder a taça,
Eu quero é tomar wyski
Não quero beber cachaça.
Eu quero ver o mundo em paz
Não quero que o mal existe.
Eu quero ver tudo alegre
Não quero ver ninguém triste.
Eu quero viver cantando
Não quero que"nóis desiste",
Eu quero dançar catira
Não quero dançar twist
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Será Mentira ou Será Verdade
Ontem à tarde eu fiquei chorando,
É muito triste a realidade.
Fiquei sabendo que meu bem vai embora,
Não sei se é mentira ou verdade.
Agora já não sei mais o que faço
Se eu ficar sem o meu amor,
Se for mentira ficarei contente
Se for verdade eu vou chorar de dor.
Se for mentira ficarei alegre
E viverei sempre sorridente,
Com a certeza que sempre terei
Alguém que quero amar eternamente.
Se for verdade eu vou ficar chorando
Sempre lembrando sua despedida,
E para sempre viverei sozinho
E ninguém mais eu quero amar na vida.
O Xerife da Garrucha Torta
Gravação: Barnabé
Composição: Braz Aparecido e Oswaldo Galharde
Era numa vila lá muito distante,
Morava um bandido muito valentão.
Matava por gosto e quando dava tiros,
Até levantava poeira do chão.
Um dia cedinho saiu pela estrada,
Em outro povoado ele apareceu.
E numa vendinha chegou dando tiros
E foi desse jeito que aconteceu.
Dono da venda: quem é que tá dando tiro ai?
Bandido: sou eu, e daí?
Dono da venda: quem é você?
Bandido: sou o bandido cá ôio, o bom.
Dono da venda: vá embora, que aqui não tem lugar pra bandido. bandido ah, não?...(tiros)...
Dono da venda: ai, ai
Bandido: mas tem lugar pra defunto (risada)...
E esse bandido matava sem medo,
Era corajoso e de nada temia.
Em qualquer lugar que ele chegava,
O povo de medo na hora corria.
Em toda vendinha que ele chegava
Ali já formava aquela ruaça.
Quem nunca bebeu um copo de vinho,
Tinha que beber um copo de cachaça.
Bandido: enche esse copo aí (barulho de bebida enchendo o copo). bebe aí, vovô.
Vovô responde: eu não bebo.
Bandido: então leva chumbo (barulho de tiros...)
Aquele bandido chegava na vila,
O povo de medo ficava sem fala.
Mas naquela vila morava um xerife
Naquela região ali era bala.
Aquele bandido começou dar tiros
E uma mulher, no chão caiu morta.
Na hora que estava formada a bagunça
Chegou o xerife da garrucha torta.
Xerife: levanta ai, negão, eu sou o xerife da garrucha torta, atira na janela e rebenta a porta.
Bandido: eu sou o bandido cá ôio, o bom.
Xerife: prepare já.
Bandido: prepare você (barulho de tiros...)
Ai, me acertou.
Xerife: bem na curva.
E aquele bandido alí caiu morto
Acabou a bagunça daquele povoado.
Hoje ninguém fala no tal homem mal,
Todo mundo agora dorme sossegado.
Acabou o barulho porque o xerife
Chegou e cumpriu a sua missão.
Aí está o exemplo que o fim do bandido
É morrer a bala ou ir pra prisão.
A Caminho do Sucesso
Adeus parentes e amigos
Para longe eu vou embora.
Preciso seguir viagem
Por este Brasil afora.
Peço à Deus que me ajude
Na jornada que começo,
Eu vou seguindo feliz
A caminho do sucesso.
Pra poder vencer na arte
Sem muita dificuldade,
Tem que ter fé e coragem
E também boa vontade.
Eu vou para bem distante
Logo estarei de regresso,
Eu vou cumprir meu destino
A caminho do sucesso.
Todo disco que eu gravo
Vende no Brasil inteiro.
E assim eu vou cumprindo
A missão de um violeiro.
E nesta luta de glória,
de vitória e progresso,
Seguirei sempre contente
A caminho do sucesso.
Com fé em Nossa senhora
Eu trabalho todo dia,
Seguindo minha carreira
Com esperança e alegria.
As vezes nesta jornada
No meu caminho eu tropeço,
Mas eu vencerei na vida
A caminho do sucesso.
Rodeio de Campeões
A festa de rodeio começou
É muita bota chapéu e espora.
O peão preparado está chegando
A galera está vibrando
Porque está chegando a hora.
Agora é o momento esperado
Todos estão preparados
Eu também estou no meio
Quero sentir de perto a emoção,
Eu quero ver o peão
Com firmeza no arreio.
Eu sei que a galera está contente
É bonito o ambiente
Tudo é festa e alegria
E o peão enfrenta o touro na arena
E eu danço com a morena
Até o raiar do dia.
Artista Consagrado
Gravação: Lourenço e Lourival
Composição: Braz Aparecido e Luiz de CastroNasci lá na roça,sou um sertanejo,
Não nego que sou um caboclo de fato.
Eu tenho orgulho em ser um brasileiro,
Criado bem perto do cheiro do mato.
Neste recanto eu vivi muitos anos,
Me acostumei com a simplicidade.
Gosto do sertão mas quis o destino
Que eu viesse um dia morar na cidade.
Hoje aqui eu vivo com muita alegria,
Pois estou morando na terra paulista,
Pelo dom de Deus eu tive a glória
De ser contemplado para ser artista.
Nesta missão eu ganhei prestígio,
E pelo meu povo eu fui consagrado.
Surgiu minha fama pela meu programa
E pela vendagem dos discos gravados.
Eu sempre trabalho com fé e coragem,
Também com esforço e boa vontade.
Se em meu caminho encontro embaraço,
Com Jesus eu venço as dificuldades.
Eu lutei bastante pra subir na vida,
Semeei trabalho pra colher progresso.
Muitos me ajudaram na minha carreira,
Agradeço à todos pelo meu sucesso.
Que Deus abençõe toda essa gente,
Muito obrigado meu povo querido.
Em todos lugares que me apresento
com entusiasmo eu sou aplaudido.
Hoje eu agradeço à todos ouvintes
Se desses aplausos sou merecedor,
Alegre eu canto enviando à todos
A minha mengagem de paz e amor.
Não Sei Porque Brigamos
Até agora eu não sei porque brigamos
Se entre nós um grande amor existe
Estas briguinhas talvez seja por ciúmes
É um motivo para nos deixar tão triste
Entre nós dois tem que haver compreensão
Eu já não posso mais viver nesta incerteza
Espero a hora de sorrirmos de alegria
Mas todo dia nós choramos de tristeza
Sei que me ama como te amo querida
Teu coração sempre foi meu doce abrigo
Sei que desejas viver sempre ao meu lado
E eu também quero estar sempre contigo
Se nossos sonhos tornarem realidade
Sei que meus lábios irão sorrir de contente
Nós que choramos tantas vezes sem consolo
Depois juntinhos sorriremos novamente
Viola
A nossa nobre vióla
Já estava desconhecida,
Muitos já tinham esquecido
Da nossa viola querida
Ela estava desprezada
Ela estava esquecida
Só depois da "disparada"
Que ela foi aplaudida.
No meio de um festival
A vióla apareceu,
Muitos que não conheciam
Neste dia conheceu.
Humilde como ela foi
No sertão onde nasceu,
A vióla foi vitoriosa
Chegou firme e venceu.
E naquele festival
Na vióla deram valor,
Hoje ela é admirada
Na classe até de doutor
Hoje ela é famosa
E deu fama pro cantor,
E aquele primeiro prêmio
Ela deu ao vencedor.
Minha vióla fandangueira
Das serestas e madrugadas,
Agora é bem conhecida
Por todos é homenageada
Ela que era esquecida
Agora já é lembrada,
Ela é a mensageira
Que venceu em disparada.
Rodeio do Amor
Neste rodeio começa o arrasta pé,
Muita serveja e mulher
Tudo aqui é alegria.
Enquanto o touro vai pulando na arena,
Vou dançando com a morena
Até o raiar do dia.
Tudo é festa é bonito o ambiente,
O bailão fica mais quente
No compasso da canção
E o peão que de nada tem receio
Fica firme no arrreio
O limite é o chão.
Eu estou vendo que também está no meio
A rainha do rodeio
Com beleza e sedução.
O locutor anuncia toda hora
Que o peão é bom de espora
E pode ser campeão.
Enquanto o peão vai manejando o laço,
Na morena dou um abraço
Também sou um vencedor.
Com esperança o peão luta com emoção,
Também sou um campeão
No rodeio do amor.
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